Publicado em 09/06/15 por atuart


As garrafas PET são produtos recicláveis que se descartados corretamente podem ser nocivos ao meio ambiente. Uma garrafa leva em média 400 anos para se degradar, além disso, ela pode afetar diretamente na redução da vida útil de aterros sanitários e na contaminação de lençóis freáticos, rios e redes de esgoto.

A reciclagem desse material é o melhor caminho para preservação da natureza. O processo de reciclagem transforma algo que antes era considerado lixo em matéria prima para um novo produto. Um dos produtos que pode resultar da reciclagem das garrafas é a telha PET e é sobre ela que vamos falar.

O processo para transformar garrafas em telha não é manual. O material é recolhido, em seguida ele é lavado duas vezes e transformado em flocos. Após isso o material ainda é lavado por mais duas vezes, há também separação de rótulos e tampas.

A telha PET é uma boa pedida para construção civil. A cobertura de material reciclado resiste à alta temperatura e traz redução de custo para as obras. Estudos feitos por um grupo de alunos da Unicamp (Universidade Estadual de Capinas), apontam que as telhas fabricadas a partir de PET reciclado (politereftalato de etileno ou o plástico usado em garrafas de refrigerante) apresentam vantagens em relação aos telhados de cerâmica.

A primeira vantagem é em relação ao peso do material utilizado, se comparado com as telhas de cerâmica, a PET é bem mais leve e de fácil manuseio, otimizando assim o tempo de instalação dela.

Além disso as telhas de PET não ressecam e nem trincam, elas possuem uma resina que faz com que ela se torne resistente às variações térmicas, o que representa maior durabilidade e menor necessidade de troca. Elas também são adaptadas em qualquer tipo de estrutura ou dimensão.

Sua fixação é dada através de abraçadeiras feitas de nylon especiais que prendem a telha na estrutura, ou seja, elas não se deslocam, são seguras, mesmo em situações de forte chuva, ou ventania. Elas impedem a ação de fungos que podem ser encontrados nas telhas de cerâmica, por exemplo. Não criam limo e utilizam menos de ⅓ do material que seria necessário para sustentar telhas de barro.

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